O grupo Esportes Gaming Brasil, detentor das marcas Esportes da Sorte, Onabet e Lottu, participa dos painéis de discussão do SBC Summit Rio 2026, um dos principais encontros da indústria de apostas e tecnologia da América Latina. O evento acontece até 5 de março, no Riocentro, no Rio de Janeiro (RJ), e reúne operadores, reguladores, fornecedores e investidores para discutir os rumos da consolidação regulatória no país.
O diretor de relações institucionais do grupo, Hugo Baungartner, integra o painel “Quem Joga, Paga: O Jogo dos Impostos”, que aborda os impactos da dinâmica fiscal sobre a concorrência e os desdobramentos do modelo brasileiro, incluindo tributação sobre GGR e previsibilidade regulatória.
Para o executivo, o momento exige maturidade institucional e estabilidade. “À medida que o mercado amadurece, previsibilidade regulatória e estabilidade econômica passam a ser tão relevantes quanto a própria autorização para operar. Debater tributação com transparência é parte do caminho para consolidar um ambiente competitivo e fortalecer a migração para o mercado regulado”, afirma.
Carolina Luna (imagem: divulgação/Esportes Gaming Brasil)Na agenda voltada à integridade operacional, a head de compliance, Carolina Luna, participa do painel “Controles para o Próximo Nível de Envolvimento do Jogador”. O debate discute a evolução dos mecanismos de controle, com foco em governança de fornecedores, estruturação eficiente de KYC/AML, gestão de disputas, rastreabilidade e preparação de evidências para auditorias, além do suporte a novos modelos de engajamento, como mercados preditivos.
“No ambiente regulado, compliance deixa de ser uma etapa final e passa a integrar a infraestrutura da operação. Quando falamos de pagamentos, rastreabilidade e KYC/AML, o foco é transformar exigências em rotina: controles consistentes, governança e evidências que sustentem a proteção do jogador”, diz Carolina.
Embora em frentes distintas, os dois painéis convergem em um ponto central: transformar regulação em prática cotidiana. Seja no desenho de incentivos econômicos sustentáveis, seja na implementação de controles que garantam rastreabilidade e segurança jurídica, o desafio do setor é consolidar um ambiente competitivo baseado em regras claras, supervisão efetiva e confiança do consumidor — agenda que o Esportes Gaming Brasil defende como pilar para a evolução institucional da indústria no Brasil.