A Lottopar participou, nos dias 10 e 11 de junho em São Paulo, de um workshop organizado pelo Conselho de Controle de Artividades Financeiras (Coaf) do Governo Federal, que contou com a presença de especialistas do Instituto Real de Serviços para Estudos de Defesa e Segurança do Reino Unido (RUSI), instituições financeiras e órgãos de governo. A autarquia paranaense foi a única loteria estadual brasileira no evento.
O evento discutiu os avanços na prevenção à lavagem de dinheiro e crimes financeiros, uma grande preocupação da Lottopar. A autarquia tem tomado diversas ações para a garantia do jogo seguro no Estado do Paraná, como a participação frequente em eventos sobre o tema, a capacitação de seus funcionários e a recente parceria com a loteria de Buenos Aires para fortalecer o jogo responsável.
O diretor de operações, Fabio Veiga, e o diretor técnico, Rafael Halila, representaram a Lottopar no evento para absorver as melhores práticas internacionais no combate à lavagem de dinheiro.
“A participação da Lottopar neste workshop demonstra a nossa preocupação em sempre buscar as melhores práticas internacionais. Nesses dois dias, tivemos contato com representantes de instituições bancárias, COAF, Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e especialistas no combate à lavagem de dinheiro e algumas recomendações dadas por eles e constatamos que já saímos na frente, uma vez que a Lottopar já está habilitada no Sistema de Controle de Atividades Financeiras (Siscoaf) e com isso os operadores lotéricos licenciados por nós têm o prazo de 24 horas, em caráter sigiloso, para comunicar ao COAF quando identificada uma operação que possa constituir-se em indício de crime de lavagem de dinheiro”, destacou Veiga.
Os palestrantes da Rusi - importante órgão britânico que atua na difusão de práticas de defesa e segurança há mais de 190 anos - abordaram temas como tipologias de ativos virtuais e sinais de alerta, investigações financeiras sobre atividades suspeitas, desafios para a aplicação da lei, avaliação de risco institucional e avaliação de riscos de ativos virtuais institucionais e de provedores de serviços de ativos virtuais.